WhatsApp é alvo preferido de golpes digitais
Especialistas alertam sobre falhas exploradas por criminosos e como ficar mais protegido
O WhatsApp, mesmo com criptografia de ponta a ponta, continua sendo o principal alvo de criminosos digitais no Brasil.
Segundo o estrategista Eduardo Freire, golpistas aproveitam falhas de configuração, descuidos dos usuários e vulnerabilidades das operadoras para invadir contas.
Um dos pontos mais explorados é o backup de mensagens na nuvem, especialmente quando vinculado a e-mails com senhas fracas ou desprotegidos.
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Com acesso ao e-mail, os invasores podem restaurar conversas e aplicar novos golpes se passando pela vítima.
Outro recurso negligenciado é a verificação em duas etapas. Muitos usuários deixam de ativar essa proteção, facilitando o sequestro da conta apenas com o número de celular.

Técnicas como phishing, envio de links falsos, e SIM swap, clonagem do chip da vítima, são amplamente usadas para acessar o mensageiro.
A engenharia social também é frequente, manipulando emocionalmente as vítimas para que forneçam informações sem perceber.
Entre os sinais de invasão estão: códigos recebidos sem solicitação, notificações de acesso em outro aparelho e sessões suspeitas no WhatsApp Web.
Em caso de alerta, o usuário deve encerrar acessos em “Dispositivos conectados”, ativar bloqueio por biometria e revisar as configurações.
Para prevenir, especialistas recomendam ativar a verificação em duas etapas, proteger backups com senhas fortes e manter o aplicativo sempre atualizado.
Também é essencial limitar a exposição de dados pessoais no WhatsApp e bloquear o acesso ao aplicativo com senha ou biometria.
Se a conta for invadida, a orientação é bloquear o chip com a operadora, reinstalar o WhatsApp e avisar contatos sobre possíveis golpes.
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