Léo Santana fala sobre letras apelativas que prejudicam o pagode

O verão 2017 para Léo Santana foi para colher bons frutos, pois seu repertório musical com o Baile da Santinha, esteve no vocabulário dos baianos.
Com todo este destaque seu nome consolidou-se ainda mais. Sua música atingiu públicos variados. Contudo ainda existe certo preconceito com o pagode baiano, que por muitas tem seu alcance limitado.
Léo Santana atribui essa limitação as músicas que possui letras apelativas cantadas por outras bandas. “Essa coisa de haver uma limitação com o gênero pagode ainda tem, infelizmente. Claro que a gente tem começado a quebrar isso em outras cidades onde outros gêneros são mais fortes. A gente começa a invadir e mostrar que nossa música é boa de estar naquele evento. Então, tudo isso é com o tempo, o povo tem que assimilar o que é nosso movimento. Às vezes, algumas bandas que acabam tocando certos tipos de música de apelação, agredindo a imagem da mulher, isso acaba atingindo as bandas de grande porte como Harmonia do Samba, Psirico, o Léo Santana. Isto acaba me afetando, mas temos que romper esta barreira e que estas bandas nos tenha como exemplos e ajudem a mudar este cenário”, disse Léo.