Governo de Rui Costa corta mais de 800 cargos comissionados

O governador Rui Costa (PT) começou a “fazer a “limpa” nos cargos comissionados da administração estadual. Conforme apontado pela coluna Satélite, 867 postos foram cortados segundo a edição de sábado (10) do Diário Oficial do Poder Executivo.
A medida determinou extinções em 22 pastas, além dos gabinetes do governador e vice-governador, Casa Militar, Instituto Anísio Teixeira (IAT), Centro Industrial do Subaé (CIS) e Superintendência de Desenvolvimento Industrial e Comercial (Sudic), além de outros dois órgãos da cúpula do Palácio de Ondina: o gabinete do governador Rui Costa (PT) e a Secretaria de Educação (SEC).
A Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (SJCDH), com 246 cortes, seguida por Saúde, com 191, e Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza (Sedes), com 104, foram as pastas com mais cortes.
Reunião para integrantes da base aliada ao governo na Assembleia Legislativa, no final de 2014:
Em reunião para integrantes da base aliada ao governo na Assembleia Legislativa, a reforma administrativa tem como principais focos a melhoria do funcionamento da máquina e uma economia de R$ 200 milhões.
A informação foi relatada por deputados presentes ao encontro, que sinalizaram a redução de 27 para 24 secretarias e ainda o corte de cerca de 1.700 cargos comissionados na estrutura estatal.
O corte, no entanto, não inclui os funcionários da Empresa Baiana de Alimentos (Ebal), que deve ser paulatinamente conduzida para a condição de empresa privada – o governador Rui Costa (PT), todavia, não utilizou o termo privatização para tratar do assunto.
Segundo informações previamente divulgadas, o governo manteria o controle da estrutura dos centros de distribuição, porém sem controle sobre a rede Cesta do Povo.
Entre as novas pastas, há um reforço para a área de recursos hídricos, com uma secretaria específica para tratar do assunto, que deve abrigar a Embasa, a ênfase na agricultura familiar, com uma secretaria própria, e também a junção das secretarias de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos e de Desenvolvimento Social.
Trecho redigido por Fernando Duarte